A pílula anticoncepcional de emergência é um método indicado para evitar uma gravidez indesejada após uma relação sexual desprotegida.
A pílula de emergência pode ser usada nas seguintes situações:
- relação sexual sem uso de nenhum método anticoncepcional;
- rompimento da camisinha;
- em caso de deslocamento do diafragma ou retirada antes de seis horas após a última relação sexual;
- em caso do DIU sair do lugar ou se for expulso; (e) falha do coito interrompido, com ejaculação na vagina ou na vulva; (f) uso incorreto do método da tabela ou do muco cervical;
- esquecimento de tomar pílulas ou injetáveis; (h) nos casos de estupro.
A pílula anticoncepcional de emergência não deve ser usada como método anticoncepcional de rotina, ou seja, substituindo outro método anticoncepcional.
Quando não usar a a pílula anticoncepcional de emergência
Deve ser usada apenas em situações emergenciais, porque a dose de hormônios é grande. A pílula anticoncepcional de emergência não é abortiva. Deve ser usada, no máximo, até cinco dias após a relação sexual desprotegida, tomando-se os dois comprimidos de uma só vez ou em duas doses (a primeira dose até cinco dias após a relação sexual e a segunda doze horas após a primeira).
Quanto mais rápido a pílula for usada, maior a sua eficácia para evitar uma gravidez indesejada.
Fonte: http://www.diariofeminino.com.br
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