A partir de 2017, direitos femininos aumentam no exército brasileiro

Foto: Thinkstock
Um fato inédito na história do Exército Brasileiro está prestes a acontecer. Neste ano, 40 das 440 vagas oferecidas para o ingresso na Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEX), localizada em Campinas (SP), será para mulheres.
Com a aprovação nas provas escrita e física que serão realizadas a partir de setembro deste ano, as mulheres começarão a trajetória militar no início de 2017. Depois do curso de um ano em Campinas, as cadetes seguirão para a Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), no Rio de Janeiro. Lá, escolherão as áreas de especialização, que são: Quadro de Material Bélico ou Serviço de Intendência.
A previsão é que elas ocupem o cargo de oficiais do Exército em 2021. O cargo máximo, porém, de comandante de tropa, só será alcançado em 2063.
É lei
Até hoje, as mulheres podiam ingressar voluntariamente no Exército militar de carreira ou temporário, mas não podiam seguir no Quadro de Material Bélico ou Serviço de Intendência. A mudança veio com a Lei nº 12.705, sancionada em 2012, que permite que militares do sexo feminino atuem como combatentes em áreas até então restrita aos do sexo masculino. Países como Estados Unidos, Israel e Inglaterra já possuem mulheres em suas tropas de combate.
O concurso
O concurso está com inscrições abertas até o dia 28 de junho. A taxa de inscrição é de R$ 90. A primeira fase acontecerá nos dias 10 e 11 de setembro de 2016, em 43 locais distribuídos em todo o país.
As condições básicas para participar são: ser brasileiro nato, ambos os sexos; possuir de 17 a 22 anos (completados até 31 de dezembro do ano da matrícula); e ter concluído ou estar cursando (no ano da inscrição) o último ano do Ensino Médio.
Para conferir o edital e mais informações, acesse www.espcex.ensino.eb.br
Fonte:http://www.daquidali.com.br
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