Depois de um dos verões mais quentes de todos os tempos, finalmente o outono chegou e com cara de outono mesmo! Um friozinho básico, uma chuvinha bem fraca e todos tirando os casacos e cobertores do guarda roupa. Pois é, quem gosta de frio, não via a hora dessa estação chegar para começar a curtí-la ao máximo.
O detalhe é que o frio é bom mas ele também é uma época que favorece as doenças respiratórias e a pele e cabelos mais ressecados. Por conta do vento e o fato que nessa estação bebemos menos água, a pele fica mais propensa a descamação e também com um aspecto seco, precisando de uma hidratação power para melhorar.
Veja algumas dicas para sua pele ficar mais bonita e hidratada, mesmo no outono/ inverno.
Beba água
A água é a melhor amiga do corpo humano. Tomando no mínimo 2 litros de água por dia, damos um chega pra lá nas impurezas do corpo, os tão temidos oxidantes e radicais livres, renovando nossas células, fazendo nossos rins trabalharem bem e cuidando da saúde do coração, tirando o excesso de sal pra bem longe.
Para a pele, a água hidrata de dentro pra fora, além de quando nos molhamos com água de morna pra fria, a pele tende a ficar mais macia e bonita.
Alimente-se com equilíbrio e qualidade
Comer frutas, legumes e verduras diariamente, além de comer tudo em quantidades moderadas, não só auxilia no emagrecimento com saúde, mas contribui para uma pele mais macia e brilhante. Fuja das frituras e alimentos muito gordurosos ou gasosos, eles acabam deixando a pele com um aspecto envelhecido e ressecado.
Exercite-se
Se exercitar também ajuda muito a sua pele ficar mais bonita. Conforme você se exercita, você está contribuindo para uma melhor elasticidade da sua pele, ajudando inclusive a ela se regenerar, no caso de você emagrecer bastante, não ficando com aquele aspecto ´´pelancudo“.
Faça hidratações diárias e semanais
Para uma boa hidratação, é sempre importante fazer hidratações diárias e semanais também. As hidratações diárias são aquelas feitas com cremes e óleo de camomila por exemplo, depois do banho. As hidratações semanais, são as esfoliações que você pode fazer com produtos caseiros ou químicos, cremes específicos e máscaras faciais e para mãos e pés. Essa forma de hidratação ajuda muito, a sua pele se regenerar e se livrar das células mortas.
Fique mais em locais ventilados, evite ar condicionado
Que o ar condicionado é ótimo no verão isso é uma verdade, mas o problema é que no outono e inverno, principalmente nos grandes prédios com janelas sem abertura, o ar condicionado ajuda muito…principalmente a ressecar sua pele. O ar condicionado retira a umidade do ar e por isso se você quiser uma pele menos ressecada, evite esses locais, preferindo ficar próximo de janelas abertas.
Muitas pessoas não se dão conta das doenças que podem ser transmitidas no salões de beleza. Caso não sejam observados cuidados relacionados à higiene, o risco de contrair doenças é grande.
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Segundo a terapeuta capilar Sandra de Assis Maia, da clínica Alto
Stima, o número de doenças causadas pelo uso compartilhado de objetos
vêm crescendo a cada dia. "As pessoas estão sempre com horários
corridos, e isso impede que elas percebam que ao usar objetos
compartilhados nos salões de beleza podem estar adquirindo algumas
doenças, principalmente quando falamos em objetos cortantes. A pessoa
pode ser infectada por fungos, bactérias e até mesmo vírus ao cuidar dos
cabelos no salão", afirma a terapeuta.
Mas
calma, não se desespere. Também existem muitos mitos quando se fala
sobre o uso de objetos compartilhados nos salões. Não é preciso deixar
de frequentar o salão, mas é hora de ficar mais atenta. Veja o que é
mito e o que é verdade:
Escova de cabelo pode transmitir doenças - Verdade. O compartilhamento desse objeto contaminado pode levar a uma infecção fúngica (micose) conhecida como pitiríase versicolor.
Retirar os fios de cabelos da escova é o bastante para que ela fique limpa - Mito. É recomendado que a limpeza seja feita por meio da lavagem com água e detergente, tanto nas escovas quanto nos pentes.
Água sanitária também pode ser usada na hora de higienizar escovas e pentes - Verdade. O uso de água sanitária também é indicado para retirar todas as impurezas dos objetos.
Escovas de metais não precisam ser higienizadas - Mito.
Qualquer tipo de escova seja ela metálica, porcelana, plástica e
almofadada deve ser higienizada corretamente, principalmente quando se
fala em uso compartilhado.
Tesouras e lâminas de barbear podem transmitir hepatite - Verdade.
O risco de transmissão da hepatite através de instrumentos
compartilhados tais como lâminas de barbear e tesouras podem transmitir a
doença. Principalmente homens que fazem a barba, esses devem checar
atentamente sobre a higienização do material que será utilizado.
Pode se pegar piolhos somente se pentear os cabelos com pentes e escovas que não foram esterilizados - Mito.
Este parasita são dificilmente visíveis e são transmitidos facilmente
de pessoa para pessoa através do contato corpóreo e do compartilhamento
de vestimentas (capas utilizadas na hora de cortar o cabelo) e objetos
como: pentes, escovas e toucas. A infestação por piolhos causa coceira
intensa e pode afetar qualquer área da pele, em especial o couro
cabeludo.
Usar o mesmo lavabo sem higienizar pode transmitir alguma doença capilar - Mito.
Doenças capilares só se pegam quando há contato direto com o couro
cabeludo, no caso do lavabo a pessoa está mais propícia a ter uma doença
de pele. Algumas pessoas vão de bermudas para o salão, com isso o
contato da pele com cadeiras e lavabos pode ocasionar doenças de pele e
não capilares. O correto é passar um pano com álcool para limpar toda a
área.
Dermatite Seborreica pode ser contraída por meio de escovas de cabelos - Verdade.
A dermatite seborreica pode ser contraída por meio de pentes e escovas.
A doença é uma inflamação crônica da pele. Ela ataca o couro cabeludo
sob a forma de lesões avermelhadas que descamam e coçam. Para tratar a
doença existem medicamentos específicos para a pele e o couro cabeludo
capazes de controlar os sintomas.
A Anvisa liberou o uso do formol somente nas escovas progressivas feitas pelos salões de beleza - Mito.
A quantidade permitida pela Anvisa é de 0,2%, com a função de
conservante. Todo cliente deve checar com o cabeleireiro qual a
quantidade que será utilizada na hora do procedimento.
Escova progressiva pode causar câncer - Verdade.
A inalação pode causar câncer no aparelho respiratório, dor de
garganta, irritação do nariz, tosse, diminuição da frequência
respiratória, irritação e sensibilização do trato respiratório. Pode
ainda causar graves ferimentos nas vias respiratórias, levando ao edema
pulmonar e pneumonia. O contato com a pele (couro cabeludo) causa
irritação, dor e queimaduras.
As máquinas de cortar cabelo tem algum risco de se contrair o vírus do HIV - Verdade.
Os objetos cortantes ou perfurantes contaminados com sangue fresco
visível podem ser um risco se cortarem ou perfurarem a pele - ou seja se
a máquina foi utilizada num soropositivo e fez um corte ficando
contaminada com sangue e logo a seguir for utilizada noutra pessoa e
também fizer um corte acidental, existe um risco de exposição ao HIV
nesta pessoa. Segundo Sandra, uma máquina de barbear ou cortar cabelo
faz apenas uma ferida superficial na pele, o risco é menor, mas existe.
Fonte: http://www.vilamulher.com.br . Por Jessica Moraes
Cuidar do cabelo é muito importante e uma forma é não dormir com eles molhados. Você sabe quais são as consequências? Dormir com os cabelos molhados é a rotina de muitas mulheres, queremos com essa matéria mostrar se essa atitude é correta ou não.
Em tempos atuais, a correria do dia-a-dia faz com que cheguemos em casa tarde da noite e levantemos muito cedo para o trabalho, então parece que não resta nenhuma outra opção a não ser lavarmos o cabelo à noite mesmo.
Todos nós já ouvimos dizer que dormir com o cabelo molhado faz mal. Será mesmo verdade? Essa é a pergunta que sempre fazemos.
Os dermatologistas afirmam que realmente não faz nada bem dormir com os cabelos sem estar devidamente seco. Isso porque o cabelo molhado pode criar um ambiente quente e úmido no couro cabeludo, propiciando o aparecimento de fungos e bactérias.
Pode ocorrer também o aumento da oleosidade e aparecimento de caspa e, em algumas vezes, causar até mesmo a queda de cabelo, principalmente nos cabelos mais finos e frágeis.
A queda dos cabelos nesse caso acontece por causa do atrito do cabelo molhado com o travesseiro, enfraquecendo-os e causando a queda.
Sem mencionar também que dormir com os cabelos molhados pode fazer com que a pessoa acorde com uma péssima aparência, com camadas de cabelos totalmente desalinhadas.
Dependendo do tipo de cabelo, curto ou comprido, fino ou grosso, o tempo de demora de secagem varia bastante de cabelo para cabelo. Cabelos curtíssimos secam bem mais rapidamente, ao contrário dos cabelos longos ou muito cacheados.
Antes de continuar comentando sobre dormir com os cabelos molhados, cadastre-se em nosso informativo Dicas Saúde da Mulher e receba diversas dicas sobre SAÚDE E BELEZA.
Então, o que se pode fazer não dormir com os cabelos molhados?
Para prevenir o aparecimento dos problemas já mencionados, especialistas aconselham a secar o cabelo antes de dormir. O ideal é que a secagem seja feita naturalmente, ou com a ajuda de uma toalha.
Caso não seja possível ou não haja tempo, pode-se usar o secador de cabelos, com o cuidado de utilizá-lo em temperatura moderada, não muito quente para que não resseque os fios.
Deve-se também tomar cuidado com o uso da escova, evitando escovar os cabelos com muita força e assim preservando os fios capilares.
Muitas pessoas costumam também hidratar os cabelos e nesse caso, o cuidado deve ser com relação à aplicação do produto adequado ao tipo de cabelo, mantendo-o longe do couro cabeludo e evitando o enfraquecimento dos fios.
Um bom profissional poderá indicar quais produtos são mais adequados para manter os cabelos limpos, saudáveis e com a estrutura preservada.
Tomando-se os devidos cuidados e dormindo com os cabelos bem secos , certamente a saúde capilar ficará em ordem, com os cabelos sempre limpos e saudáveis!
Cirurgias plásticas: como escolher o melhor especialista
A cada
ano as cirurgias plásticas tem ganhado mais espaço entre as mulheres
brasileiras. São vários procedimentos que podem ser realizados para
valorizar e melhorar os aspectos da beleza feminina. De
acordo com a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética
(Isaps) junto a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBPC), o
Brasil é o líder mundial em números de cirurgias plásticas. Entre os
campeões de números de procedimento, por exemplo, está a plástica
mamária para o aumento dos seios e a Lipoaspiração, que teve um aumento
de 129% nos últimos 4 anos.
Entretanto, existem
alguns fatores que devem ser levados em conta na hora de escolher qual o
melhor procedimento para aquela necessidade específica, e mais
importante, qual especialista e qual centros de estética
recorrer para a realização da cirurgia. É preciso verificar a
procedência do médico, avaliar algumas cirurgias já realizadas pelo
mesmo, ou até mesmo conversar com um antigo paciente. Sentir confiança
no especialista é um dos pontos mais importantes para a tomada de
decisão pela cirurgia plástica.
Tudo isso é fundamental para evitar futuros transtornos e erros
médicos. Como foi o caso da modelo e apresentadora, Andressa Urach, que
no início do ano de 2015 passou por um delicado quadro de infecção
decorrente de uma cirurgia estética mal sucedida (aplicação de hidrogel
nas pernas). E para quem deseja realizar uma cirurgia plástica e não sabe por onde começar a pesquisar, existe hoje o portal Cirurgia.net.
Nele o paciente pode entrar em contato com clínicas de todo o Brasil e
encontrar o melhor especialista em diversos tipos de procedimentos. Além
disto, é possível verificar informação de preço e tirar dúvidas sobre
os tratamentos, falando com especialistas de diferentes áreas. Fonte: mulhercomsaude.com.br
O Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR), a Sociedade Brasileira de
Mastologia (SBM) e a Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia
(FEBRASGO) entendem ser de suma importância combater informações
inverídicas e sem embasamento científico referentes a um problema grave
de saúde pública como o câncer de mama. Isso pode trazer consequências
sérias e prejudicar programas de controle desta doença no Brasil.
Portanto, baseado em fatos científicos, podemos apontar os:
10 motivos para fazer mamografia
1.O risco do surgimento do câncer de mama decorrente da exposição anual à
radiação (denominado de câncer radiogênico) é DESPREZÍVEL. Um estudo
recente, publicado em 2011 no British Journal of Cancer, estimou que o
rastreamento mamográfico evita 1.121 mortes a cada 100 mil mulheres
rastreadas (entre 50 a 74 anos), enquanto pode induzir 1 câncer.
2. A compressão do tecido mamário durante o exame NÃO causa a
disseminação do câncer pelo corpo. Não existe nenhum estudo clínico ou
laboratorial sério que demonstre que este tipo de disseminação mecânica
ocorra. O processo de disseminação das células tumorais para outros
locais, conhecido como metástase, ocorre de maneira bastante complexa,
progressiva e em nível molecular. O simples deslocamento mecânico das
células não leva ao desenvolvimento de novos focos tumorais.
3. A capacidade de detecção do câncer em fase inicial, na qual as
chances de cura são próximas a 100%, é maior com o uso da mamografia,
mesmo sabendo da existência do falso-negativo (que existe em todos os
métodos de imagem). Lembramos que a taxa média de falso negativo da
mamografia é de 10%, enquanto que o falso negativo da ultrassonografia é
muito maior (próximo de 90% nos casos de carcinomas denominados “in
situ”, que se manifestam principalmente através de microcalcificações –
não visualizadas na ultrassonografia).
4. As chances de cura realmente reduzem quando há atraso no diagnóstico
e tratamento do câncer de mama. Isso pode ocorrer por vários motivos,
mas os principais ainda são devido à falta de programas de rastreamento
mamográfico adequados e a adesão da população aos programas oferecidos –
principalmente devido à falta de informação ou então informações
errôneas, como esta que esta que foi recentemente veiculada na mídia.
5. O carcinoma de intervalo, ou seja, aquele câncer de mama que surge no
intervalo entre os exames de mamografias, realmente é um problema. Para
reduzi-lo, muitos programas de rastreamento já diminuíram o intervalo
entre os exames de mamografia. Para as pacientes de alto risco, outros
métodos diagnósticos foram introduzidos no rastreamento para reduzir o
câncer de intervalo, porém sempre após a realização da mamografia.
6. O risco de falso positivo
– ou seja, da mulher não ter câncer, mas ser diagnosticada como tendo
câncer – também existe em todos os métodos. Lembramos que um dos grandes
impedimentos para que a ultrassonografia seja utilizada como método de
rastreamento isolado do câncer de mama é o alto percentual de falso
positivo. Foi descrito em um trabalho recente que a cada 8 pacientes
submetidas a biópsia percutânea por achado ultrassonográfico, 7 não
tinham lesão maligna. O percentual de falso positivo da mamografia é bem
menor.
7. O diagnóstico exagerado e o tratamento excessivo do câncer de mama
recentemente foram discutidos na mídia. Entretanto, esse risco é apenas
teórico e calculado, já que não existem dados reais sobre isso. Os dados
mais consistentes mostram apenas a redução da mortalidade para todas as
mulheres acima de 40 anos submetidas ao rastreamento mamográfico
periódico.
8. A baixa qualidade dos exames de mamografia ainda é um problema no Brasil
Entretanto, esse fato não deveria servir para eliminarmos o
rastreamento mamográfico do câncer de mama no Brasil (que existe na
maioria dos países). Deveria servir para ampliarmos nossos programas de
controle de qualidade, a exemplo do Programa de Qualidade de do CBR, que
há existe há 18 anos, assim como o PNQM que está sendo implantando de
forma obrigatória no Brasil a partir deste ano pelo INCA//ANVÌSA/MS.
9. A mamografia COMPROVADAMENTE REDUZ a mortalidade por câncer de mama.
Esse fato foi demonstrado através de diversos estudos realizados na
década de 70, envolvendo mais de 500 mil mulheres acompanhadas por mais
de 18 anos, demonstrando uma redução na mortalidade de 15% até 45% em
relação ao grupo
de mulheres que não realizaram mamografia. Aliás, a mamografia é a
único exame que, quando realizado de forma sistemática a partir dos 40
anos, comprovadamente reduz a mortalidade pelo câncer de mama.
10. É um absurdo dizer que “a mamografia é um exame superado por outros
mais modernos e eficientes, particularmente pela ULTRASSONOGRAFIA, a
ELASTOGRAFIA e a RESSONÂNCIA MAGNÉTICA”. Qualquer médico com um mínimo
de conhecimento sobre o diagnóstico do câncer de mama sabe que os outros
exames (como a ultrassonografia e a ressonância magnética) auxiliam
muito na avaliação das mamas, porém sempre após a realização da
mamografia.
Exames pré-nupciais são essenciais para quem vai se casar, pois podem tratar a tempo possíveis doenças, evitando aborrecimentos futuros.
O casamento é um passo muito importante e decisivo na vida do casal, por isso é essencial saber se a saúde está em dia para esse novo projeto de vida que iniciarão juntos.
Embora a maioria dos casais já tenham uma vida sexual ativa, alguns exames feitos antes do casamento, o chamado exames pré-nupciais, podem avaliar a saúde tanto do homem quanto da mulher, preparando-os e sanado dúvidas a respeito de fertilidade, incompatibilidade sanguínea, doenças e até disfunções, o que pode comprometer a vida do casal futuramente.
Trata-se de exames simples, de sangue, urina e imagem, mas de grande importância, confira um pouco mais sobre quais são os exames pré-nupciais, apelidados carinhosamente de check up do amor.
Exames pré-nupciais para o homem
Para os homens os exames nupciais são os de sangue que servem para avaliar possíveis doenças sexualmente transmissíveis como hepatite B e C, AIDS, sífilis entre outras, também será feito exames de tipagem sanguínea, hemograma completo, exame de glicemia, de fezes, exame de sedimento urinário, para verificar função renal e por último um espermograma completo, esse exame é fundamental para verificar a fertilidade masculina, caso haja algum problema é possível iniciar um tratamento precoce, garantindo assim uma gravidez saudável e planejada para o futuro.
Exames pré-nupciais femininos
Para as mulheres os exames nupciais são basicamente os mesmos de sangue solicitados para os homens, porém os exames pré-nupciais para as mulheres incluem ainda os de toxoplasmose, rubéola e citomegalovírus, que são doenças extremamente prejudiciais se contraídos durante a gestação, ainda será solicitado o exame de sedimento urinário para diagnosticar possíveis cistites e uma avaliação ginecológica, incluindo o histórico clínico das pacientes para diagnosticar possíveis fatores de risco no caso de uma gestação, como hipertensão arterial, problemas de tireoide e diabetes.
Para mulheres que ainda não tiveram relações sexuais, a consulta ginecológica é importantíssima, pois além da avaliação história clínica, a noiva poderá sanar quaisquer dúvidas a respeito da relação sexual, garantindo assim tranquilidade na noite de núpcias.
Exames pré-nupciais quando fazer
O ideal é fazer os exames pré-nupciais quatro meses antes do casamento, pois caso seja diagnosticado infecções virais ou bacterianas é possível tratá-las a tempo, assim como a toxoplasmose, algumas vacinas como a da rubéola, por exemplo, leva em média três meses para fazer efeito, portanto o quanto antes fazer os exames pré-nupciais melhor.
Alguns casais optam em não engravidar imediatamente após o casamento, nesses casos durante a realização dos exames pré-nupciais o casal deve discutir a melhor forma de prevenção, sendo assim, fazer os exames com antecedência possibilita a mulher adaptar-se ao uso da pílula anticoncepcional, caso seja esse um método escolhido.
Infelizmente ainda é baixo o número de casais que buscam fazer os exames pré-nupciais, que embora possa parecer antiquado, dado a modernidade dos relacionamentos atuais, eles evitam uma série de complicações futuras, por isso é fundamental prestar atenção à saúde do casal antes de se casarem. Portanto, no planejamento do casamento não se esqueçam de marcar uma visitinha ao médico ginecologista para ela e um urologista para ele, para os exames pré-nupciais.
Produto sem glúten é mais saudável? Ajuda a emagrecer? Veja mitos e verdades
Quando
se pensa sobre o glúten, muita gente associa com ganho/perda de peso o
fato de comer/não comer alimentos que contenham a substância. Não é bem
assim.
Se
você visita regularmente o mercado já deve ter notado, de dois ou três
anos para cá, um aumento considerável do espaço para produtos “livres”
de glúten. Essa ala dos alimentos “mais saudáveis, orgânicos, menos
sódio, mais ômega-3” ganhou atenção dos varejistas e dos consumidores. E
glúten talvez seja a palavra mais estampada em caixinhas e pacotes do
que todas as outras – a ponto de itens que antes só eram comercializados
com prescrição médica ou em lojas especializadas terem se tornardo hits
de vendas.
Thinkstock/Getty Images
Glúten é ou não vilão?
Produtos sem glúten
acabam sendo propagandeados com a imagem de “mais saudáveis”,
“naturais”. É pão sem glúten, bolo sem glúten, molho sem glúten – e até
alimentos que tradicionalmente não contêm mesmo a substância agora são
vendidos avisando sobre isso. Mas e aí? Uma dieta sem glúten pode ser adotada, assim, de um dia para outro?
Restrição da moda
Nos
últimos anos, o mercado de produtos sem glúten explodiu – um pouco
graças a livros (um tanto alarmistas) que ligaram a substância ao
surgimento de autismo, depressão, Alzheimer, esclerose múltipla,
diabetes e outras questões de saúde. Em 2013, a atriz norte-americana
Gwyneth Paltrow revelou que tinha posto a família toda em uma dieta
livre de glúten, “curando” a eczema do filho dela. Artigos de jornal
debateram a questão – e, provavelmente, toda essa comoção pareceu
bastante irritante para aqueles que sofrem, de fato, de doença celíaca,
uma reação que acontece no organismo de algumas pessoas ao consumir
glúten.
Edu Cesar
Com a moda da dieta sem glúten, a tapioca caiu no gosto popular
Uma vida sem o glúten precisa ser bem
planejada – com acompanhamento médico. Fazer uma dieta assim é algo que
as pessoas só precisam necessariamente adotar se for diagnosticada a
doença autoimune que impede o corpo de processar a substância.
O
glúten é composto por grupos de duas proteínas, gliadina e glutenina,
que se reúnem quando a farinha e a água são misturadas para fazer uma
massa para pão e outros alimentos, dando estrutura e elasticidade. Pode
ser encontrado no trigo, mas também em outros grãos, como cevada e
centeio.
Não é simplesmente o suficiente evitar o pão, massas e
bolos: o glúten pode ser encontrado em molhos, cubinhos de caldo pronto,
doces e uma vasta gama de produtos. É vital para as pessoas com doença
celíaca evitarem – porque seu sistema imunológico reage ao glúten,
danificando o intestino delgado e impedindo a absorção de nutrientes,
podendo causar anemia, muita perda de peso, fadiga, inchaços e dores.
Mas
hoje, quando se pensa sobre o glúten, que é basicamente apenas uma
proteína que se encontra na cevada, centeio e trigo, muita gente associa
com ganho/perda de peso o fato de comer/não comer alimentos que
contenham a substância. Não é bem assim.
“O glúten, em si, não tem relação direta com a perda de peso”, diz Mariana Casseb, nutricionista do InCor (Instituto do Coração) do Hospital das Clínicas da FMUSP.
“Não
há estudos comprovando que ele atua sobre isso. O que acontece é que,
evitando alimentos com certas farinhas refinadas, a perda de peso acaba
acontecendo. Mas não é um quadro direto: ao abandonar o glúten e apostar
em outros alimentos, pode-se até ganhar peso”, explica.
Abaixo, listamos algumas questões a levar em conta para decidir sobre o glúten.
Nem sempre tão “saudável”
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Abusar de alimentos só porque eles não contêm glúten, como a tapica, pode até fazer você engordar
Quando se olha para os rótulos de produtos sem
glúten, vale notar que muitos podem conter doses mais elevadas de
calorias e gorduras do que outros alimentos que contenham glúten.
Mariana
Casseb reforça a necessidade do acompanhamento clínico. “Não é correto
fazer qualquer grande mudança na alimentação sem pedir ajuda
profissional. O pior dessa dieta é que muita gente sustitui os alimentos
com glúten por outros, como farinhas de mandioca ou de arroz – mas é
importante saber que elas têm carboidratos refinados que elevam o índice
glicêmico. O que pode ser prejudicial para pessoas pré-diabéticas, por
exemplo.” Certifique-se do seu diagnóstico pessoal
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Consulte um médico e faça exames para saber se você precisa de uma dieta sem glúten ou com alguma restrição
A doença celíaca é diagnosticada por
profissionais da saúde com exames e observando o histórico de cada
indivíduo. “Hoje, vemos muitos casos também de pessoas sensíveis ao
glúten, mesmo não sendo um quadro clássico de doença celíaca”, diz a
nutricionista.
Assim, retirar certos alimentos por algum tempo
ajuda a saber se sintomas como diarreia, gases e dores abdominais vão
embora, o que pode apontar a sensibilidade. Mas, ainda assim, não é algo
para se “pesquisar” sozinho. “Um nutricionista retira certos itens da
dieta, mas inclui outros, para aquela pessoa ter, ainda assim, uma dieta
equilibrada na qual não faltem elementos essenciais.”
Deficiência de vitaminas e minerais
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Alimentos integrais são ricos em bons nutrientes
A princípio, trigo, aveia, cevada ou centeio
já não são muito ricos em vitaminas e minerais, mas cortar também as
versões integrais pode ser mais grave, pois assim fica empobrecida a
absorção de selênio, magnésio, manganês, vitaminas do complexo B.
“Em
vez de cortar o glúten, talvez a maioria das pessoas devesse manter os
integrais e variar bastante a alimentação. Não enjoa e faz mais sentido
nutricional”, lembra Mariana Casseb.
Leia bons textos
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Informe-se!
Se for ler sobre o assunto, tente variar as
opiniões e não dar tanta atenção a livros e artigos que apontem só um
lado da questão ou escritos por pessoas não-especializadas em medicina e
nutrição.
Peça, inclusive, dicas de leitura justamente para o
médico ou nutricionista que fizer seu acompanhamento. “Quem busca uma
vida mais saudável deve focar na reeducação alimentar, não apenas em
mudanças drásticas. Dá mais trabalho, mas é muito mais valoroso”,
finaliza a nutricionista.
A pílula anticoncepcional de emergência é um método indicado para evitar uma gravidez indesejada após uma relação sexual desprotegida.
A pílula de emergência pode ser usada nas seguintes situações: - relação sexual sem uso de nenhum método anticoncepcional; - rompimento da camisinha; - em caso de deslocamento do diafragma ou retirada antes de seis horas após a última relação sexual; - em caso do DIU sair do lugar ou se for expulso; (e) falha do coito interrompido, com ejaculação na vagina ou na vulva; (f) uso incorreto do método da tabela ou do muco cervical; - esquecimento de tomar pílulas ou injetáveis; (h) nos casos de estupro.
A pílula anticoncepcional de emergência não deve ser usada como método anticoncepcional de rotina, ou seja, substituindo outro método anticoncepcional.
Quando não usar a a pílula anticoncepcional de emergência Deve ser usada apenas em situações emergenciais, porque a dose de hormônios é grande. A pílula anticoncepcional de emergência não é abortiva. Deve ser usada, no máximo, até cinco dias após a relação sexual desprotegida, tomando-se os dois comprimidos de uma só vez ou em duas doses (a primeira dose até cinco dias após a relação sexual e a segunda doze horas após a primeira).
Quanto mais rápido a pílula for usada, maior a sua eficácia para evitar uma gravidez indesejada.
Uma taça de vinho no jantar equivale a 30 minutos de academia, diz pesquisa
Estudiosos alertam, no entanto, que a quantidade da bebida deve ser seguida à risca
Foto: Thinsktock
Sabe aquele dia em que o cansaço vence e você troca um treino na academia por uma noite relaxante ao lado de um bom vinho? De acordo com um novo estudo, essa substituição pode estar mais certa do que o imaginado: pesquisadores da Universidade de Alberta, no Canadá, descobriram que o consumo de uma taça da bebida no jantar equivale a 30 minutos de atividades físicas.
Sim, os benefícios do vinho tinto são bastante difundidos. Sabe-se que o consumo diário de um copo ajuda a prevenir doenças cardíacas, a regular o açúcar no sangue e retardar o envelhecimento. Foi na substância Revesratol, no entanto, que o grupo de acadêmicos encontrou a capacidade de melhorar a força muscular e o desempenho físico da mesma maneira que o corpo responde aos exercícios.
De acordo com o relatório, o Revesratol também desacelera os processos de envelhecimento dos músculos, aumenta a densidade dos ossos, assim como melhora as funções do sistema circulatório.
Segundo o chefe da pesquisa, Jason Dyck, a descoberta é importante sobretudo para as pessoas que não podem se exercitar. O cientista, contudo, não defende a substituição total por quem está apto a se movimentar, pois os malefícios do sedentarismo nas articulações continuam, assim como outras implicações.
Outro alerta é para a quantidade ingerida: os estudiosos defendem que o ideal é apenas uma taça no jantar, sem excessos. FOTO:Thinsktock
Sem exageros: a quantidade certa para o consumo diário é de uma taça apenas
Não gosta de vinho? O Revesratol não é exclusivo da uva. É possível encontrar a substância em outras frutas roxas como amora e mirtilo. Ela também está presente em amendoins e na manteiga de amendoim. Com tantas propriedades, vale a pena incluir na dieta.